Taylor Swift resolveu lançar primeiro o clipe de “Opalite” no Spotify e na Apple Music, sem colocar no YouTube logo de cara. A jogada não foi por acaso: desde janeiro de 2026, o YouTube parou de mandar seus dados de streaming para a Billboard, que é quem faz as paradas mais importantes dos Estados Unidos. Isso significa que reproduções lá não contam mais tanto para o desempenho das músicas nas listas.
Por isso, a estratégia dela foi colocar o vídeo primeiro nas plataformas onde cada play conta mais, concentrando o consumo nas primeiras 48 horas para aparecer melhor nas paradas oficiais. Depois disso, o YouTube entra em cena como vitrine global e ajuda a espalhar o clipe, mas sem atrapalhar o desempenho nas listas.
Essa mudança de lógica mostra como artistas poderosos como Taylor Swift estão ajustando seus lançamentos ao novo jogo do streaming e das paradas musicais. A exclusividade temporária não é novidade no mercado, mas agora ganhou outro peso por causa da maneira como os serviços contam (ou deixam de contar) streams para os rankings.
Fonte: Exame