O cantor Amado Batista virou assunto no país todo após o Ministério do Trabalho e Emprego incluí-lo na famosa “lista suja” do trabalho escravo, atualizada agora em abril de 2026. A confusão começou por causa de fiscalizações feitas em suas propriedades em Goianápolis, Goiás, onde foram encontradas irregularidades envolvendo 14 trabalhadores. Segundo os relatórios oficiais, as condições em que essas pessoas estavam vivendo e trabalhando se encaixavam no que a lei chama de situação análoga à escravidão.
O cantor não deixou barato e sua defesa logo soltou uma nota para explicar o lado dele. Os advogados dizem que não houve resgate de ninguém e que o problema aconteceu em uma área que estava arrendada para o plantio de milho, ou seja, sob responsabilidade de terceiros. Eles garantiram que todas as dívidas trabalhistas já foram pagas e que estão correndo atrás de limpar o nome do artista nos órgãos do governo, alegando que tudo não passou de um erro administrativo.
Estar nessa lista não é brincadeira: quem entra nela costuma ter muita dificuldade para conseguir empréstimos em bancos públicos e fica com a imagem manchada no mercado. O nome de Amado Batista deve ficar no cadastro por pelo menos dois anos, a menos que ele consiga uma decisão judicial ou um acordo especial para sair antes. Enquanto isso, o caso segue rendendo muita discussão entre os fãs e críticos do cantor nas redes sociais.
Fonte: SBT News
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