A Disney fechou 2025 com um resultado gigantesco: US$ 6 bilhões arrecadados nas bilheterias do mundo todo, o melhor desempenho do estúdio desde 2019. Isso confirma a virada depois do baque da pandemia e mostra uma estratégia bem direta: apostar forte no que o público já conhece.
Boa parte desse dinheiro veio de remakes e versões live-action (tipo Lilo & Stitch) e de sequências (como Zootopia 2). A matéria destaca que o “efeito nostalgia”, somado a efeitos modernos e campanhas enormes de marketing, transformou esses filmes em eventos que puxaram gente para o cinema em vários mercados, especialmente fora dos EUA (América Latina, Europa e Ásia).
A lógica por trás disso é simples: usar franquias famosas diminui o risco de rejeição e aumenta a chance de bilheteria alta. Segundo o artigo, depois de anos com resultados mais instáveis (principalmente com histórias originais que não renderam o esperado), a Disney priorizou títulos de reconhecimento imediato — e 2025 deixou a mensagem clara: o público foi atrás do “familiar”. A tendência, diz a colunista, é esse modelo continuar e as histórias inéditas ficarem mais de lado.
Fonte: Times Brasil