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Conheça a origem nobre do Dia Internacional do Rock

A data relembra o Live Aid, festival que reuniu várias lendas do Rock

O dia 13 de julho é conhecido como o Dia Internacional do Rock por conta de uma causa extremamente nobre: ajudar pessoas famintas na África. Neste dia, em 1985, ocorreu o Live Aid, um festival realizado simultaneamente em Londres e na Filadélfia, com as maiores estrelas da música na época, e que foi transmitido para o mundo inteiro, para uma audiência de 1.5 bilhão de pessoas. Apesar de ser uma data internacional, o Dia do Rock, é comemorado de verdade apenas no Brasil deste a década de 90 por iniciativa das rádios.

Concebido e organizado pelo irlandês Bob Geldof, em resposta à fome no leste da África, em 1984 e 1985, o Live Aid levantou mais de 40 milhões de libras (equivalentes, na época, a aproximadamente 50 milhões de dólares) em ajuda humanitária por meio da venda de ingressos e da contribuição direta de telespectadores.

O Live Aid foi criado a partir do Band Aid, um projeto inovador de Geldof que foi pioneiro no uso de venda de discos como mecanismo de captação de recursos em larga escala. A música do Band Aid, “Do They Know It’s Christmas”, inspirou “We Are the World”, do USA for Africa,  assim como o Live Aid de Geldof inspiraria o Farm Aid e outros incontáveis eventos musicais de arrecadação de fundos.

Mais conhecido como o cantor do grupo The Boomtown Rats do que como filantropo, Bob Geldof anunciou planos para o Live Aid na primavera europeia de 1985 e convenceu alguns dos maiores nomes da música da época a tocar no festival sem cachê, incluindo Sting, Madonna, Dire Straits, Wham! e Phil Collins, que se apresentaram tanto no Wembley Stadium, em Londres, quanto no JFK, na Filadélfia, graças a um voo transatlântico feito por um Concorde. Ainda mais impressionante foi a lista dos gigantes do rock que participaram do evento: The Who, Elton John, Mick Jagger, David Bowie, Tina Turner, Paul McCartney, Bob Dylan, Black Sabbath, Crosby, Stills, Nash & Young e o Queen, que ficou marcado por uma performance poderosa no Wembley.

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