O “bolachão” está mais vivo do que nunca! Pela primeira vez desde 1983, as vendas de discos de vinil nos Estados Unidos ultrapassaram a barreira de US$ 1 bilhão em um único ano (referente a 2025). Esse marco histórico mostra que o formato analógico deixou de ser apenas coisa de colecionador das antigas e virou um fenômeno de mercado, com 19 anos seguidos de crescimento.
O grande empurrão para esse recorde veio de estrelas do pop atual, como Taylor Swift, que sozinha vendeu cerca de 1,6 milhão de cópias de seu álbum mais recente em vinil. Outros nomes como Sabrina Carpenter e até clássicos que nunca saem de moda, como Michael Jackson e Fleetwood Mac, ajudaram a bombar os números. A galera mais jovem está adorando ter o disco físico na mão, com capas bonitas e edições coloridas, tratando o álbum como um verdadeiro item de decoração e conexão com o artista.
Apesar de o streaming (como Spotify e Apple Music) ainda ser o rei absoluto e mandar em mais de 80% do dinheiro que a música movimenta, o vinil virou o “queridinho” da mídia física, deixando o CD comendo poeira. O sucesso é tanto que novas fábricas estão abrindo pelo mundo para dar conta de tanto pedido, provando que o ritual de colocar a agulha no disco e ouvir o som com calma ainda tem um valor que o digital não consegue substituir.
Fonte: RIAA (Associação Americana da Indústria de Gravação)